Gosto de cultivar o habito de escrever. Seja em agendas, cadernos de matemática, arquivos digitalizados ou no blog. Me sinto bem. É um mecanismo de reflexão próprio. Transcrevo para o papel, ou para a tela do computador, tudo aquilo que eu sei que preciso um dia lembrar mas sei que minha memória talvez não dê conta. Ai está a beleza de tudo isso: olhar pro passado com a minha opinião daquele momento e minha reflexão atual.
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Ler tudo o que eu ja escrevi me ajuda a perceber em que e o quanto eu estou amadurecendo. Consigo perceber coisas que são fortes na minha personalidade e tantas outras que foram apenas fase. É a oportunidade de olhar pra mim mesma e ver o quanto eu mudei, errei e acertei.
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Nos textos aqui do blog é em tanto diferente. Aqui eu publico as ideias que mesmo que mascaradas deixo transparecer aos outros. Sendo assim, quando leio tudo de novo acabo por ajudar a mim mesma. Nesse espaço sou leitora do meu Eu que escreve destinado não ao seu próprio ego, mas sim a leitores. Me sinto uma leitora tentando decifrar as metáforas do autor. A única diferença é que eu sempre sei pra quem ou o porque de eu mesma ter escrito tudo isso.
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Continuo a escrever porque assim consigo rir, chorar, crescer e aprender comigo mesma. Não no sentido egoísta de não precisar das outras pessoas. Preciso sim! Mas no sentido de dar o devido valor a tudo o que eu vivi.
"Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música
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E nem pra preencher o branco dessa página linda
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Eu me entendo escrevendo
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E vejo tudo sem vaidade
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Só tem eu e esse branco
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Ele me mostra o que eu não sei
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E me faz ver o que não tem palavras"
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