quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

E que venha 2010!

Eu pensei tanto no que escrever e ao que dedicar no meu ultimo post do ano que com tantos rodeios ele acabou não saindo como eu queria. Eis então que agora, em cima da hora de sair de casa, vim super rápido deixar pelo menos um recadinho.

Sobre 2009 não tenho nem mais o que dizer. Meus posts anteriores por si ja podem dizer o quanto aproveitei esse ano maravilhoso. Não vou repetir tudo que ja escrevi aqui e aqui.

Espero que 2010 venha tão bom quanto foi 2009. Alias, que seja melhor! Sempre melhor! Que tenhamos muita paz, alegria, felicidade e amor a transbordar. Espero que os corações das pessoas se encham de esperança e que cada um faça sua parte pelo tão falado mundo melhor. 

Fica aqui meus sinceros votos de sucesso para esse ano novo que vem por ai.

Beijos e queijos a todos!

Até ano que vem e 

                                      Um Feliz Ano Novo!

Carol, 31/12/2009

sábado, 26 de dezembro de 2009

Sem blábláblá

A falta de comunicação é algo que hoje particularmente me incomoda muito. Detesto deixar assuntos mal resolvidos por falta de prosa. Mas volta e meia isso acontece. Talvez porque as pessoas com quem escolhi conversar não querem ou não se permitem gastar seus verbos substantivos e adjetivos comigo ou porque eu também não dediquei blábláblás a essas pessoas...

Mas sabendo, como diz meu pai, que "quando um não quer dois não brigam" eu não tenho nem o que argumentar. É fato que a culpa, se é que existe uma culpa, é dividida entre as partes interessadas. E de interesses como diz o próprio nome do blog todos estão cheios só falta é ter a coragem endereça-los aos seus respectivos destinatários.

Quando o interesse é enviado pela metade nem todo mundo sabe se identificar como aquele que vai recebê-lo ou como aquele que o carteiro não passa nem por perto da casa. Por isso é melhor esgotar todo o estoque de blábláblá para a correspondência não ser extraviada pelo caminho.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Curtas! (miedo)

"Medo/ Que da medo do medo que dá"- Miedo, Lenine
E faço das palavras de Lenine as minhas. E é tanto que nem tenho fôlego para escrever. Ou melhor, coragem.
Mais uma vez peço, assim como Cazuza, grandeza e um pouco (um moooooooooooonte) de coragem. Coragem para saber a verdade. Muito temida, eu confesso.
Ai ai ai ai ai... Em meios de citações digo que "É fogo/é foda!", mais uma vez Lenine.
Continuo na indecisão entre cantores, entre saber ou não a verdade, entre ter a coragem ou não de sabe-la...
Medo que dá medo do medo que dá.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Em tempos de Cinquentinha

Depois de cansativos capítulos na sexta (18/12/2009) acabou a mais recente mini serie exibida na Globo: Cinquentinha.

Agnaldo Silva assina a novelinha. Agnaldo ja é conhecido pelos telespectadores em tramas recentes como Duas Caras e Senhora do Destino. A direção é feita, de novo, por Wolf Maia. E com o termino da série eis minha conclusão: em tempos de Cinquentinha sinto uma faaalta de Som e Fúria.

A intenção da emissora de fazer uma produção para um publico adulto porem sem perder a graça não deu certo. As cenas que eram para ser engraçadas passaram longe disso. Não me tirou uma gargalhado se quer ver Suzana Vieira, Marilha Gabriela e Betty Lago em briginhas chatas e sem nexo.

Assim como em suas outras produções uma coisa que me incomoda muito nos textos do Agnaldo é o excesso de personagens. Todos na trama tem destaque, da protagonista à ajudante da empregada da secretaria do estagiário do office boy. Cansativo né? Pois é assim que eu me sinto quando vejo milhares de personagens cheios de historias e no ultimo capítulo metade deles não levam um final digno por falta de espaço ou de tempo.

Sem falar da atuação dos atores. Se não são usados os ja manjados como Suzana Vieira e o José Wilker entram na trama uns que não sei não... O Wolf trata logo de chamar seus alunos de teatro, dentre eles ex-bbb's. Juro que faltou apenas o Marcos Pasquim despido pra eu achar que aquilo ali era novela do Carlos Lombardi.

Ok, ja que não se pode falar mal de tudo tenho que admitir que houve sim uma coisa válida na série: homessexuias menos estereotipados e mais humanos. A Ângela Vieira estava divina no papel que ,como tudo, no final da trama já estava cansativo. O beijo entre mesmo sexo não teve ( o que eu particularmente acho um absurdo mais vou tratar disso em outro post) mas já foi um grande passo dado.

Pelo que eu vi divulgado na internet a audiência foi boa e é isso que me choca. Não o fato de simplesmente assistir até porque eu fiz isso. Mas o modo como as pessoas se deixam persuadir pela trama. Agora milhares de senhoras da 50tinhas vão querer virar garotas de novo e voltar a fazer merda na vida.

Eu juro que ainda não consigo me acostumar com essa cultura de querer eterna juventude. Sou completamente a favor de se aproveitar o melhor da vida em qualquer idade mas também defendo a ideia de que acumulo de idade deveria teoricamente vir com acumulo de sabedoria mas é só olhar os salões de beleza lotados a base de conversas fúteis para se comprovar que não é isso que acontece.

Eu continuo preferindo Som e Fúria.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

8 ou 80

Não deixe ideia de não ou talvez/Que talvez atrapalha, já cantava/canta Roberta Sá.

E Robertinha está coberta de razão. Tem algo mais chato de se viver do que um talvez? Atrapalhado é advérbio pouco para caracterizar o tal substantivo abstrato.

Para os impacientes ( o/ ) o dito cujo é inaceitável. Ou 8 0u 80! E quase sempre é 80, 800,8000... Essa coisa do Talvez de ficar em cima do muro é no máximo um 4, inferior ao 8. E os Impacientes, tão paradoxais que mesmo sem o dom da paciência tem uma ideologia que os torna incansáveis, sempre acham que o Talvez vai ser um 80: "Se eu multiplicar o 4 do Talvez com o um misero 20 meu ele vai virar um 80". E a tal mágica nuca acontece. Não por muito tempo...

Com fonemas, formulas ou números o Talvez sempre atrapalha.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ah Dezembro...

E aqui está a minha tão esperada primeira postagem de dezembro. Fiz questão de esperar cada minuto certinho para isso.

Pois sim, primeiro dia do ultimo mês do ano - não posso evitar os números-. E exagerada como sou já estou com um sentimentos de fim e inicio.O ano passou voando, como todos ou outros.

Não posso reclamar do modo como as coisas se sucederam. Foi no geral bastante proveitoso. Ter do que reclamar sempre tem. Pessoas que acham tudo muito lindo são conformistas e longe de mim, Carol, ser uma pessoa conformistas. Eu me chateei, aborreci, pus minhas duas mãos no fogo, persuadi e fui persuadida, reclameeeeeeeeei... Mas também sorri, fiz palhaçada, colocaram as mãos no fogo por mim, dei muita risada, aproveitei a companhia das pessoas, mandei (mesmo que mentalmente) uns 3 tomarem no cú (sim, isso é a parte alegre dos acontecimentos), ninguém me mandou na lata tomar lá, fiz amigos, fortaleci os laços antigos, apertei reforçadamente alguns laços até eles virarem coloridos...

E no fim - ok, ok, ainda falta um mês- tudo ficou azul completamente blue como já dizia Cazuza.

...essa época de Natal sempre me deixa assim sentimental. E olha que nem religiosa sou mas a época sempre tem algum significado pra mim. Bem, mais isso ai já é assunto para outro post.